Modem Virtua removido consome mais de meio giga!

Maio 20th, 2008

Ontem, dia 19 de maio de 2008, o técnico foi em casa e trocou meu modem pois alegaram que poderia ser o aparelho que estava acusando consumo exagerado. Trocou o modem, a internet voltou sem problema e o telefone NetVirtua1 morreu. Trocou o modem novamente e nada de telefone. Resultado: o técnico foi embora com a promessa de que o engenheiro responsável iria averiguar junto à Embratel e entraria em contato para passar uma posição. Isso vai ser outra novela que fica pra depois.

Voltando ao assunto do modem ocorre o seguinte: Hoje, 9:30 horas do dia 20 de maio de 2008, verifiquei o consumo do meu modem antigo retirado na noite de ontem (eu tenho o MAC address guardado). É claro que não me surpreendi quando o relatório de consumo já acusava 580 MEGA de transferência (ver figura abaixo)!!! Como pode um modem que deve ainda estar no porta malas o carro utilizado pelo técnico, acusar alguma transferência?!?!? Eu na verdade não me surpreendi pois tenho certeza que o relatório de consumo é falso, visando apenas dar algum subsídio para a NET oferecer e vender franquia adicional de consumo aos desatentos.

Ver tabela exibindo Consumo em gigas por dia

  1. NET Fone Embratel na verdade, comercializado no combo da NET

O relatório de consumo VIRTUA é verdadeiro ou falso?

Maio 20th, 2008

Resolvi escrever pois acredito que a net/virtua ou tem um relatório bugado, o que seria um absurdo, ou exibe dados falso com a intenção de vender franquias adicionais.
Comigo ainda não reduziram a velocidade apesar de terem por 2 vezes me telefonado para avisar que estourei a franquia e iria baixar a velocidade. Faz 2 meses que monitoro o meu consumo na página do virtua e tenho certeza absoluta que é totalmente irreal!
Utilizo linux Ubuntu sempre atualizado e tenho todas as portas fechadas. Instalei um medidor de consumo pra verificar pois achei estranho o virtua acusar que transfiro 1 a 3 giga POR DIA!!!! sem noção! Pra dar uma idéia Meu consumo (entrada e saída de qqr tipo de dado) nas últimas 24 horas foi de 94MB, enquanto que o relatório de consumo do virtua já acusa 0,22GB (220MB) somente para o dia de hoje, 18 de maio, e ainda são 9:40 da manhã!
Vejam a imagem do meu consumo do mês até do dia de hoje.
Dá ódio mesmo, só não perdi o controle ainda pois não baixaram minha velocidade, mas já telefonei e reclamei dizendo que está errado o marcador etc… Disseram que pode ser o modem e vem trocar na segunda-feira… (besteira dizer que é o modem…)
Resolvi pesquisar pra ver o que acho e em pouco tempo achei este post e o relato do Odi no site dele http://melnex.net/virtua/ sobre o assunto. LEIAM.
Escrevi pra ele e ele respondeu rápido. Ainda escrevi de volta perguntando outros detalhes mas segue trecho do ele disse:
“Net não me disse com todas as palavras, mas passou a idéia de que o medidor andou meio maluco…. Ou seja, marcava em Gb o consumo real em Mb! Mas me juraram que não tinham reduzido a minha velocidade de acesso, e que essa queda na velocidade ocorreu por razões técnicas. Ou seja, pura coincidência a minha velocidade baixar e o medidor marcar errado…”
Depois de ler resolvi passar a registrar tudo em detalhes como ele fez.tabela exibindo consumo em gigabytes por dia entre os dias 1 e 18 de maio de 2008

monitorando ataques no ubuntu

Maio 8th, 2008

Depois de achar que meu Gutsy estava violado devido a uma transferência anormal diária de 1-2 gigabytes resolvi pesquisar ferramentas para monitorar. Achei 2 que me pareceram interessantes e intalei:

  1. Darkstat e
  2. Snort e BASE.

A primeira, Darkstat, monitora o tráfico web na sua máquina e achei neste post. É bem simples e instala direto via apt-get.

Para a segunda instala o Snort, um “sensor” que popula uma bade de dados mysql com possíveis ameaças rastreadas. Essas ameaças podem ser apreciadas e analisadas pelo BASE, uma GUI web que roda no seu micro. Precisei seguir este how-to pois precisa instalar vários pacotes e compilar o snort. Ele instala um servidor web competo com apache2, mysql e php.

Bluetooth no Ubuntu Gutsy

Abril 9th, 2008

Como troquei o celular para um Sony Ericsson z750i com Bluetooth precisei descobrir como fazer para transferir arquivos. Embora ainda não saiba como sincronizar contatos, tarefas e calendário entre o celular e o Thunderbird transferir arquivos já é muito bom!

Como meu micro não tem Bluetooth precisei comprar e plugar um USB Bluetooth Dongle, no meu caso um Encore, que ao ser plugado já foi detectado e apareceu o Manager. Mas ao tentar conectar reclamava de algo. Googlando achei neste post que bastava instalar um tipo de filesystem assim:

sudo apt-get install gnome-vfs-obexftp

Depois disso conectei sem problemas. Ao clicar em conect abre o Nautilus exibindo as pastas do celular.

Ai no help.ubuntu.com aprendi que para o Gutsy basta instalar:

sudo apt-get install gnome-bluetooth

para poder utilizar o recurso de Send-to (Enviar para) tanto do micro para o celular quanto do celular para o micro!

Ah, este outro post também tem dicas incríveis sobre o assunto.

montando windows shares do samba no ubuntu

Novembro 22nd, 2007

updated Tuesday, February 12 2008

Este post serve mesmo como um howto para eu mesmo utilizar da próxima vez e pode não ser útil para você. Se este for o caso me desculpe mas obrigado pela visita!

Pre-requisitos:

  • no meu recém instalado Gusty bastou adicionar o pacote smbfs através do System>Administration>Synaptic
  • criar o ponto de montagem:
  • sudo mkdir /mnt/http (no meu caso)
  • sudo chown lpanebr /mnt/http (deixamos a pasta pertencer ao usuário dono do grupo que irá fazer o mount)
  • chmod 775 /mnt/http/ (mudamos permissões)

Depois disso o seguinte comando deve montar a share pelo shell:

sudo mount -t cifs -o rw //192.168.1.4/http /mnt/http/

vai pedir senha root para o sudo e depois a senha do samba a menos que o smb.conf aceite conexões sem senha do IP na máquina que monta a share.

Se montar numa boa você pode tornar o mount permanente. Para isso coloque a seguinte linha no seu /etc/fstab

//192.168.1.4/http /mnt/http cifs gid=usergroup 0 0

ao reiniciar já vem montado para usuários do mesmo grupo que o usuário especificado especificado no gid=usergroup

Instalando Thunderbird 2 no Ubuntu 7.04 (Feisty Fawn)

Julho 31st, 2007

Perguntando ao Oráculo Google, nossa versão atual da Enciclopédia Intergaláctica, por “ubuntu thunderbird 2″ cheguei a alguns links mas a resposta que me agradou estava nas páginas de help do ubuntu pois me deu confiança para utilizar o script do projeto Ubuntuzilla e deu tudo certinho.

Depois instalei Nostalgy, uma fantástica e absolutamente necessária extension para mover, copiar, tagear e fazer o diabo apenas usando atalhos, e pronto!

Som onboard funcionando no Ubuntu Feisty com ASUS M2V

Julho 18th, 2007

Finalmente após meses de surdez no ubuntu este post deu a luz, ou melhor, o som que faltava.

Basicamente o que precisa ser feito é:

1. Abaixar os drivers ALSA mais recentes que estão acessíveis neste HowTo;

2. Aplicar este PATCH ao arquivo patch_realtek.c (em /sound/pci/hda/ dentro de alsa-driver-1.0.14rc4) que efetivamente faz a mágica;

3. Compilar e instalar os drivers ALSA seguindo o HowTo do passo 1.

4. Reiniciar o micro e ouvir o ubuntu logando com uns batuques africanos!
:-)

Dropdown Archives Widget (fix)

Março 5th, 2007

Primeiro quero dizer que minha versão do Wordpress é a 2.0.2 e que este fix pode não funcionar para você, fique atento.

Ontem instalei o Dropdown Archives Widget do Reid Beels, mas após ativá-lo obtinha o seguinte erro ao acessar o blog:

warning: call_user_func_array(): First argumented is expected to be a valid callback, 'widget_archive_drop_js' was given in

Além do erro acima o tal widget não aparecia na lista de widgets disponíveis. Vasculhando os comentários do blog do widget em questão notei que algumas pessoas reportavam o mesmo problema e o autor não respondera a ninguém.

Desamparado fui fuçar o código do widget e enquanto fazia isso aproveitei para fazer o mesmo com outros códigos de outros widgets. Hmm.. quem diria, esbarrei na solução parcial do problema. Notei que todos os widgets temuma estrutura semelhante, sendo que ao final sempre executam a ação de carregar o widget. No caso do dito Dropdown Archives o autor utilizou a função abaixo:

add_action(’widgets_init’, ‘widget_archive_drop_init’);

Comparando com meus outros widgets mudei o primeiro parâmetro da função sendo que a chamada ficou assim:

add_action(’plugins_loaded’, ‘widget_archive_drop_init’);

Provavelmente o ‘widgets_init’ funcione para uma versão do Wordpress mais recente que a minha 2.0.2, visto que a do autor do widget parece ser a 2.1.

Bom, o erro sumiu, o widget apareceu na página mas… a lista estava vazia. Voltei a fuçar e no comentário do Rafael Arcanjo obtive alguma ajuda. Na realidade ele postou no seu blog uma matéria reportando o bug (agora sei que não é um bug) do Dropdown Archives e dizendo com sinceridade não saber qual o problema, entretanto ofereceu uma solução alternativa sobre como realizar uma lista Dropdown para os arquivos. Pois bem, em sua solução ele utiliza a função get_archives(), marcada como deprecated, e que o autor utiliza a wp_get_archives() que é mais recente.

Isto significa que meu blog precisa de um update, mas como não pretendo atualizar por enquanto fiz minha Dropdown list funcionar fazendo a seguinte alteração:

wp_get_archives(”type=monthly&show_post_count=$c&format=option”);

passa a utilizar a função descontinuada e sua respectiva sintaxe:

get_archives(”monthly”,”",”option”,$c);

Pronto! Ai tudo funcionou.

sou blogeiro vagabundo…

Março 3rd, 2007

as sinapses funcionam
são frenéticas na verdade
os músculos não comparecem
isso frustra e entristece
sou teimoso
não deixo que elas me estressem
sou paciente
vou me empenhar mais
quero deixar algo mais
qualquer coisa minha
à minha linda Sofia.

PARE e pense no amanhã.

Março 2nd, 2007

Pare e eduque

Outro dia estava dirigindo para o trabalho quando avistei um bando de crianças, no alto dos seus seis anos de idade, chegando à esquina por onde eu ia passando. Guiando a galerinha, saída de uma creche próxima, iam suas “tias”, uma na frente que já ia sinalizando para que todos corressem para atravessar a rua, enquanto a outra ia ao final da fila, ou algo que se assemelhava a isso, pra certificar-se que nenhuma ovelha se desgarrasse do grupo.

Super bacana sair da escola para uma atividade ao ar livre, sobretudo se for do lado de fora das muralhas! Aposto que todos adoraram. Eu ira amar. Tudo bem, acho normal e compreensível que duas professoras responsáveis por cuidar e educar nossos pequenos adultos, ensinem a atravessar a rua correndo depois que a “tia” abana a mão do meio da rua.

— Mamãe, papai! Hoje saímos pra ir no parque e aprendi a atravessar a rua correndo!

Algo não me agradou naquela imagem. Não foi o fato da fila ser quase caótica, ou o fato de imaginar que minha filha poderia, não fosse a minha intervenção, estar daqui a 5 anos, aprendendo na escola a atravessar uma preferencial como se quisesse bater algum recorde de travessia urbana. Não. Não foi nada disso que me incomodou, e para ser sincero não achei sequer estranha a cena em sí. Isso sim me incomodou, muito.

Realizei que não havia ali, naquele insignificante espaço e instante, dentro da imensidão do nosso espaço-tempo, qualquer preocupação real em prover uma educação que conscientizasse aqueles adultos de amanhã. Eles poderiam muito bem daqui a 10 ou 12 anos, estar passando por aquela mesma esquina e achar graça ao ver a mesma cena e recordarem suas aventuras sobre o asfalto aos seis anos de idade.

Mas o que fazer afinal? Reclamar é muito fácil.

Para dizer a verdade não me lembro se havia ali uma faixa de pedestres. Acredito honestamente que não, pois sou daqueles motoristas que efetivamente param para deixar os pedestres atravessarem na faixa e espero até que tenha chegado à calçada. Embora muitas vezes, muitas mais do que eu acharia aceitável, o motorista que vem distante atrás simplesmente ignora que estou parado e passa direto, ou então quando o carro de trás está perto e é obrigado a parar também pois eu parei, ocorre o mais inconcebível: o motorista buzina, da ré e então avança desviando e seguindo em frente. Isso me admira muito. Mas muito também me admira o pedestre que mesmo ao me ver parado antes da faixa, fica ele próprio parado feito um dois de paus sem saber o que fazer!

— Mulher, hoje um carro parou na faixa de pedestres e eu não sabia se atravessava ou não…

Está na cara que o problema é sério e vem de muitos anos. É importante ter consciência que a resolução somente pode ocorrer em longo prazo, ma como acredito que vale a pena esperar, estou aqui tentando escrever algo que possa servir de ajuda. Posso assegurar que conheço a solução. Ela é ridiculamente simples. Não é original e nem é minha. Ainda por cima é uma solução importada! Mas tudo bem, afinal nós seres humanos aprendemos através do exemplo. Aliás, essa é melhor maneira de aprendermos.

Enfim, acho que posso afirmar que nós brasileiros com acesso a televisão ou cinema, iremos nos recordar de pelo menos um filme ou uma sessão da tarde onde uma fila ordenada de crianças pára ao chegar numa esquina e espera enquanto um deles, ou a própria professora, chega até beirada rua e estica o braço seguranco uma placa de PARE em frente à faixa de pedestres. Basta imaginar e visualizar a situação para entender o que quero dizer: NENHUM motorista em plena consciência irá ignorar uma placa de PARE e crianças atravessando numa faixa de pedestres. O motorista irá parar, e as crianças irão atravessar calma e ordenadamente sobre a faixa de pedestres enquanto o carro aguarda.

A ação acima funcionaria com certeza pois é uma ação de marketing perfeita. Mas o melhor é que ela não ensina somente ao motorista adulto de HOJE que deve respeitar a placa de PARE e a faixa de pedestres. Ela ensina sobretudo ao motorista de AMANHÃ que deve respeitar a placa de PARE e a faixa de pedestres.

É isso. Escolas: façam suas placas e implantem esse sistema o quanto antes, pois o tempo não pára e o amanhã está próximo. Prefeituras e vereadores: façam uma Lei se acham necessário, ou plantem a idéia com carinho e com empolgação e ela irá germinar um futuro próximo sem acidentes e com indivíduos mais conscientes da importância em respeitar o próximo de verdade.