Dropdown Archives Widget (fix)

março 5th, 2007

Primeiro quero dizer que minha versão do WordPress é a 2.0.2 e que este fix pode não funcionar para você, fique atento.

Ontem instalei o Dropdown Archives Widget do Reid Beels, mas após ativá-lo obtinha o seguinte erro ao acessar o blog:

warning: call_user_func_array(): First argumented is expected to be a valid callback, 'widget_archive_drop_js' was given in

Além do erro acima o tal widget não aparecia na lista de widgets disponíveis. Vasculhando os comentários do blog do widget em questão notei que algumas pessoas reportavam o mesmo problema e o autor não respondera a ninguém.

Desamparado fui fuçar o código do widget e enquanto fazia isso aproveitei para fazer o mesmo com outros códigos de outros widgets. Hmm.. quem diria, esbarrei na solução parcial do problema. Notei que todos os widgets temuma estrutura semelhante, sendo que ao final sempre executam a ação de carregar o widget. No caso do dito Dropdown Archives o autor utilizou a função abaixo:

add_action(‘widgets_init’, ‘widget_archive_drop_init’);

Comparando com meus outros widgets mudei o primeiro parâmetro da função sendo que a chamada ficou assim:

add_action(‘plugins_loaded’, ‘widget_archive_drop_init’);

Provavelmente o ‘widgets_init’ funcione para uma versão do WordPress mais recente que a minha 2.0.2, visto que a do autor do widget parece ser a 2.1.

Bom, o erro sumiu, o widget apareceu na página mas… a lista estava vazia. Voltei a fuçar e no comentário do Rafael Arcanjo obtive alguma ajuda. Na realidade ele postou no seu blog uma matéria reportando o bug (agora sei que não é um bug) do Dropdown Archives e dizendo com sinceridade não saber qual o problema, entretanto ofereceu uma solução alternativa sobre como realizar uma lista Dropdown para os arquivos. Pois bem, em sua solução ele utiliza a função get_archives(), marcada como deprecated, e que o autor utiliza a wp_get_archives() que é mais recente.

Isto significa que meu blog precisa de um update, mas como não pretendo atualizar por enquanto fiz minha Dropdown list funcionar fazendo a seguinte alteração:

wp_get_archives(“type=monthly&show_post_count=$c&format=option”);

passa a utilizar a função descontinuada e sua respectiva sintaxe:

get_archives(“monthly”,””,”option”,$c);

Pronto! Ai tudo funcionou.

sou blogeiro vagabundo…

março 3rd, 2007

as sinapses funcionam
são frenéticas na verdade
os músculos não comparecem
isso frustra e entristece
sou teimoso
não deixo que elas me estressem
sou paciente
vou me empenhar mais
quero deixar algo mais
qualquer coisa minha
à minha linda Sofia.

Escolas infantis e a educação no trânsito: uma solução simples.

março 2nd, 2007

Pare e eduque

Outro dia estava dirigindo para o trabalho quando avistei um bando de crianças, no alto dos seus cinco ou seis anos de idade, chegando à esquina por onde eu ia passando. Guiando a galerinha, saída de uma creche próxima, iam suas “tias”, uma na frente que já ia sinalizando para que todos corressem para atravessar a rua, enquanto a outra tia estava no final da fila, ou algo que se assemelhava a uma, pra certificar-se que nenhuma ovelha se desgarrasse do grupo.

Super bacana sair da escola para uma atividade ao ar livre, sobretudo se for do lado de fora das muralhas! Aposto que todos adoraram. Eu ira amar. Tudo bem, acho normal e compreensível que duas professoras responsáveis por cuidar e educar nossos pequenos adultos, ensinem a atravessar a rua correndo depois que a tia abana a mão do meio da rua sinalizando que podem atravessar.

— Mamãe, papai! Hoje saímos pra ir no parque e aprendi a atravessar a rua correndo!

Algo não me agradou naquela imagem. Não foi o fato da fila ser quase caótica, ou o fato de imaginar que minha filha poderia, não fosse a minha intervenção, estar daqui a 5 anos, aprendendo na escola a atravessar uma preferencial como se quisesse bater algum recorde de travessia urbana. Não. Não foi nada disso que me incomodou, e para ser sincero não achei sequer estranha a cena em sí. Achar aquilo normal sim me incomodou, muito.

Realizei que não havia ali, naquele insignificante espaço e instante, dentro da imensidão do nosso espaço-tempo, qualquer preocupação real em prover uma educação que conscientizasse aqueles adultos de amanhã. Eles poderiam muito bem daqui a 10 ou 12 anos, estar passando por aquela mesma esquina e achar graça ao ver a mesma cena e recordarem suas aventuras sobre o asfalto aos seis anos de idade.

Mas o que fazer afinal? Reclamar é muito fácil.

Para dizer a verdade não me lembro se havia ali uma faixa de pedestres. Acredito honestamente que não, pois sou daqueles motoristas que efetivamente param para deixar os pedestres atravessarem na faixa e espero até que tenha chegado à calçada. Embora muitas vezes, muitas mais do que eu acharia aceitável, o motorista que vem distante atrás de mim simplesmente ignora que estou parado e passa direto, ou então quando está perto e é obrigado a parar também pois eu parei, ocorre o mais inconcebível: o motorista buzina, da ré e então avança desviando e seguindo em frente. Isso me admira muito. Mas muito também me admira o pedestre que mesmo ao me ver parado antes da faixa, fica ele próprio parado feito um dois de paus sem saber o que fazer!

— Mulher, hoje um carro parou na faixa de pedestres e eu não sabia se atravessava ou não…

Está na cara que o problema é sério e vem de muitos anos. É importante ter consciência que a resolução somente pode ocorrer em longo prazo, mas como acredito que vale a pena esperar, estou aqui tentando escrever algo que possa servir de ajuda ou inspiração. Posso assegurar que conheço a solução. Ela é ridiculamente simples. Não é original e nem é minha. Ainda por cima é uma solução importada! Mas tudo bem, afinal nós seres humanos aprendemos através do exemplo. Aliás, essa é melhor maneira de aprendermos.

Enfim, acho que posso afirmar que nós brasileiros com acesso a televisão ou cinema, iremos nos recordar de pelo menos um filme ou uma sessão da tarde onde uma fila ordenada de crianças pára ao chegar numa esquina e espera enquanto um deles, ou a própria professora, chega até beirada rua e estica o braço seguranco uma placa de PARE em frente à faixa de pedestres. Basta imaginar e visualizar a situação para entender o que quero dizer: NENHUM motorista em plena consciência irá ignorar uma placa de PARE e crianças atravessando numa faixa de pedestres. O motorista irá parar, e as crianças irão atravessar calma e ordenadamente sobre a faixa de pedestres enquanto o carro aguarda.

A ação acima funcionaria com certeza pois é uma ação de marketing perfeita. Mas o melhor é que ela não ensina somente ao motorista adulto de HOJE que deve respeitar a placa de PARE e a faixa de pedestres. Ela ensina sobretudo ao motorista de AMANHÃ que deve respeitar a placa de PARE e a faixa de pedestres.

É isso. Escolas: façam suas placas e implantem esse sistema o quanto antes, pois o tempo não pára e o amanhã está próximo. Prefeituras e vereadores: façam uma Lei se acham necessário, ou plantem a idéia com carinho e com empolgação e ela irá germinar um futuro próximo sem acidentes e com indivíduos mais conscientes da importância em respeitar o próximo de verdade.

Sedimentos do Rio Tietê

outubro 25th, 2006

capa de livro QualisedNossa editora lançou recentemente o livro “Métodos de Coleta, Análises Físico-Químicas e Ensaios Biológicos e Ecotoxicológicos de Sedimentos de Água Doce”, dos autores Antonio Aparedio Mozeto (UFSCar), Gisela de Aragão Umbuzeiro (CETESB) e Wilson de Figueiredo Jardim (UNICAMP).

O livro foi destaque em nota de lançamento na revista Pesquisa (Fapesp), e o texto pode ser visto aqui.

Para quem se interessar em adquirir um exemplar pode visitar o site www.editoracubo.com.br.

grande obra e grande sonho

julho 7th, 2006

Sem dúvida, a grande obra foi o desenvolvimento não somente do equipamento de ressonância que atualmente está instalado na Santa Casa de São Carlos, mas, sobretudo o desenvolvimento da TECNOLOGIA e do KNOWHOW envolvidos no projeto. Estes últimos são o grande trabalho conquistado pelos pesquisadores que passaram pelo grupo de ressonância coordenado por meu pai. E são essas duas conquistas que ele certamente gostaria de ver utilizados pelo governo pois colocam o Brasil num patamar diferenciado dos países detentores de tal tecnologia.

O sonho

O grande sonho do meu pai era que o equipamento fosse produzido em escala por dentro do próprio país e tornado acessível à população carente. Como?

Através de iniciativas e parcerias (BNDES, Embraer etc) seria possível criar um pólo de produção de equipamentos de ressonância a um custo muito inferior ao daqueles que atualmente são importados. Lembro-me de meu pai estimando (e ele era excelente em estimativas) que o equipamento produzido no Brasil seria 40% mais barato do que os comprados.

Os equipamentos produzidos no Brasil teriam um custo que permitiria sua instalação em muitos hospitais menores e em pequenas  e médias cidades, contribuindo para a melhoria no atendimento à população e treinamento de profissionais na área.

Falta interesse ou será que o Brasil não é capaz de produzir tecnologia desse porte?

Hospital Panepucci

maio 25th, 2006

Outro jornal da nossa cidade também noticiou a nova Lei! Desta vez foi o jornal A Folha de São Carlos.

Aproveito para agradecer em nome de toda a família ao nosso vereador Lineu Navarro por propor a Le e, é claro, ao Prefeito Newton Lima Neto por sancioná-la! Muito obrigado! Nossa família enxeu-se de orgulho e felicidade.

Segue a matéria que conta um pouco mais sobre a carreira do meu pai. Read the rest of this entry »

Hospital Prof. Dr. Horacio Carlos Panepucci

maio 18th, 2006

O novo hospital universitário de São Carlos acaba de receber o nome do meu pai!!! A notícia saiu hoje no jornal A Tribuna da cidade de São Carlos. Segue a transcrição da notícia.

“Horacio Panepucci dá nome ao Hospital Escola

Composição com fotos do prof. Panepucci no início de carreia e depois dando aula. ao fundo o equipamento desenvolvido e instalado na Santa Casa e algumas imagens realizadas.

O prefeito Newton Lima Neto sancionou a Lei 13.796, que dá o nome de “Professor Doutor Horacio Carlos Panepucci” ao Hospital Escola Municipal de São Carlos, conforme proposta apresentada pelo vereador Lineu Navarro (PT) e aprovada por unanimidade pela Câmara. O hospital, localizado na rua Luiz Vaz de Camões, Vila Marina (zona norte da cidade) deverá ter sua primeira etapa concluída ainda no primeiro semestre deste ano.

Panepucci, Físico da USP, falecido em 21 de outubro de 2004, foi o pioneiro no desenvolvimento no Brasil da Tomografia de Ressonância Magnética que resultou na construção de um aparelho clínico completo para diagnóstico por imagens, em operação na Santa Casa de Misericórdia de São Carlos.

A repercusão do projeto de desenvolvimento de tomogragia por ressonância magnética e implantação do equipamento na Santa Casa de Misericórdia de São Carlos, provocou interesse no BNDES que passou a propiciar a absorção dessa tecnologia pela indústria de instrumentos médicos, o que colocaria o Brasil dentro do reduzido grupo de países detentores dessa tecnologia.”